A Exposição "Obaluaiyê - O Rei da Terra" será lançada na quinta-feira (17)
A Exposição Fotográfica Virtual "Obaluaiyê - O Rei da Terra" será lançada na quinta-feira (17), às 9h, no instagram (@expo.obaluaiye) e no Facebook, além do site do terreiro Ilê Axé Oyá Tolá (www.oyatola.com.br).
São peças diversas, em sua maioria, criadas para o Orixá Omolu ou Obaluaiyê (o rei que é senhor da terra), divindade do panteão africano, oriunda do reino de Daomé, dos povos jejes; a quem são atribuídas a responsabilidade pela doença e pela cura, pelo Sol e pela terra.
A Mostra traz para o público trabalhos artesanais de objetos ritualísticos da cultura afro brasileira, antes de seus processos de sacralização proposta por Edson Sena.
São peças diversas, em sua maioria, criadas para o Orixá Omolu ou Obaluaiyê (o rei que é senhor da terra), divindade do panteão africano, oriunda do reino de Daomé, dos povos jejes; a quem são atribuídas a responsabilidade pela doença e pela cura, pelo Sol e pela terra.
De acordo com os organizadores, a intenção é que a exposição desperte a curiosidade e olhar respeitoso daqueles que não conhecem as culturas de matrizes africana e afrobrasileira e que, os fazedores e mantenedores dessa arte e dessa identidade, se sintam valorizados e visibilizados.
A ideia é que seja proporcionado um espaço para exibir as fotografias e possibilitar a interação com o público que as visualizam. A proposta pretende possibilitar o conhecimento sobre elementos da cultura afrobrasileira, no âmbito das religiões da matriz africana e dar a oportunidade para que reflitam sobre o que aquelas imagens representam para o artista, para as comunidades a quem ele representa e para a linguagem das artes visuais.
As fotografias retratarão vários dos símbolos da vestimenta e dos paramentos dessa divindade no âmbito do Ilê Axé Oyá Tolá (Passagem dos Teixeiras/Candeias), Comunidade de terreiro tradicional de nação Ketu, fundada acerca de 30 anos. As peças produzidas utilizam, em sua maioria, materiais como palha da costa (fibra de ráfia), búzios, sementes, miçangas, couro, cabaças e tecidos.
O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura (Prêmio Cultura na Palma da Mão/PABB) via Lei Aldir Blanc, redirecionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.
O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura (Prêmio Cultura na Palma da Mão/PABB) via Lei Aldir Blanc, redirecionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo, Governo Federal.